Malls e pontos comerciais
Concepção do produto, dimensionamento, mix de lojas, tabela de preços, locação e gestão. Do terreno vazio ao mall cheio — ou do mall pronto e vazio ao mall cheio.
O que eu faço
Quando um mall abre as portas, a parte difícil já aconteceu. Alguém precisou definir o tamanho, quais categorias fazem sentido naquela esquina, quanto vale o metro quadrado de cada ponto e quem senta ao lado de quem. Errar ali produz o pior resultado do setor: um prédio bonito e vazio.
Leitura da praça e definição do formato que aquele ponto comporta — open mall, strip mall ou fechado.
Porte do empreendimento, área locável, número e tamanho das lojas, vagas e fluxo.
Quem puxa fluxo, quem vive do fluxo alheio, e como as categorias se sustentam sem canibalizar.
Precificação por ponto, compatível com o custo de ocupação que o lojista daquela praça suporta.
Prospecção e negociação com as marcas âncora e com os satélites, até a ocupação plena.
Depois de aberto: renovação, reposição de lojista, manutenção do mix e da receita.
Cases
Quando me chamam
Antes da obra. Você tem um terreno e quer saber o que cabe ali — qual formato, qual porte, qual mix, e se a conta fecha. É a conversa mais barata que existe, porque o que se decide no papel ainda não custou concreto.
Depois da obra. O empreendimento está pronto, ou quase, e não aluga. Nesse caso o problema quase nunca é a obra: é o produto — desenhado para um lojista que não existe naquela praça. Foi exatamente esse o caso do LM Mall.
Os empreendimentos, as plantas e os espaços disponíveis ficam no site da imobiliária — é lá que a locação acontece. Hoje estão lá o Harmony Mall, o LM Mall e a Estação Fashion.
Ver os malls no site da Remax Seu ImovelMe conte a situação. Se não for o meu tipo de trabalho, eu digo — e indico quem faz.
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